Campanha de Alex Manente toma ruas de São Bernardo

Líder em todos os cenários levantados há mais de um ano até o momento Alex Manente lidera a corrida pelo Paço Municipal de São Bernardo


Com um bom visual e campanha expandida de forma permanente em todos os bairros da cidade, o deputado federal Alex Manente vem liderando todos os cenários.

A 35 dias da campanha, parece que o exército manentista não se cansa. Candidatos e candidatas à Câmara Municipal têm multiplicado esforços, desta forma mantendo uma presença permanente. Dando sustentação a todo esse trabalho Alex Manente não tem se furtado às caminhadas com extensa agenda diária e tem se dedicado paulatinamente a uma campanha propositiva, demonstrando que é o único candidato que reúne plenas condições de unir as diversidades da cidade, com programa que olha a cidade para o futuro.

Orlando Morando inaugurou neste último dia 27 comitê central para atender as demandas dos candidatos e candidatas ao legislativo. No evento faltaram alguns candidatos tidos como importantes nos bairros, por exemplo, Sakamoto do Baeta Neves, Mário de Abreu do Centro e Afonsinho do Rudge Ramos foram ausências notadas.

O discurso do candidato a vice-prefeito, Marcelo Lima, foi o mais entusiasta e o mais aplaudido por nortear a campanha. Orlando mais uma vez choveu no molhado. Seja qual for o resultado, Marcelo Lima já larga na frente para 2018 quando deverá pleitear uma cadeira na Assembleia Legislativa e terá vereadores na Câmara para alicerçar esse projeto.

O jornal com pesquisa que aponta Orlando Morando em primeiro lugar mais do que emocionar foi um balde de água fria, pois se trata de pesquisa anunciada há cerca de dois meses, efetivada em meados de julho e divulgada com estardalhaço como se refletisse o atual momento.

Tarcisio Secoli tem cumprido agenda, mas ainda sofre com as amarras do prefeito Luiz Marinho que deve licenciar-se do cargo a partir de 1º de setembro para se dedicar integralmente à campanha. O “Ice man” não tem mostrado preocupação, e tem feito valer sua máxima: “Para fazer política é necessário ter sangue frio e nervos de aço”. Poucos atrevem a contraria-lo publicamente ou em rodas. Mas nos bastidores se descabelam, esperneiam, duvidando da chegada no segundo turno das eleições. Mas pode-se dizer que Marinho é um homem de fé, afinal a definição de seus caminhos em 2018 depende desse projeto.

VICES
Sobre os companheiros de chapa de cada um não há o que falar. As três candidaturas estão bem servidas com experientes dois ex-membros da Câmara Municipal: Admir Ferro e Ramiro Meves e um atual vereador Marcelo Lima. Os três agregam virtu à campanha.

FORÇA PETISTA
Subestimar o PT e a força do engajamento da militância é um pecado mortal, e isso já foi provado em outras oportunidades. O coordenador-geral da campanha, o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira conseguiu arrancar em momento crucial o impensável: unir correntes antagônicas dentro do petismo.

Sem confirmação oficial, comenta-se que já há uma grande aliança interna desenhada e bem dividida para planos futuros. Antes em campos distintos, Ana do Carmo juntou-se ao projeto.

Detalhes que tem passado despercebidos e podem fazer a diferença.

IMPEACHMENT
O impedimento da presidente Dilma Rousseff, mais político do que jurídico, vai causar seus arranhões, mas não deverá ser fato preponderante. O que se avalia na eleição municipal é o que se fez de bom ou ruim na cidade. E nesse quesito Marinho errou em tratar como agregados os aliados de primeira hora que o abandonaram. Errou em nivelar inclusive os vereadores petistas por baixo, e continua errando em não dar atenção aos candidatos e candidatas que almejam chegar à Câmara Municipal.
O desfecho do impeachment está próximo e ainda restarão mais de 30 dias até a data da votação.

CÂMARA MUNICIPAL
A Reforma Política veio colaborar com quem já tem mandato. Campanha curta, rápida, uma verdadeira blitzkrieg, as guerras relâmpagos alemãs efetivadas durante a Segunda Guerra Mundial. Mesmo com tudo isso, a renovação deve ser grande.
Hoje com 28 vereadores, alguns já não são candidatos: Tavares, Cabrera, Marcelo Lima, Paulo Dias. Ouros estão complicados por conta das coligações. Cálculos preliminares, também realizados com muito boa vontade, acrescido do componente sorte e premonições indicam que cerca de nove a dez outros vereadores devem dar lugar a novos parlamentares. Ou seja, a maioria da Casa deve se reeleger, se nada de novo acontecer ou brigas internas fratricidas não forem contidas, porque há gente olhando para o umbigo e não para o projeto central, e nesse ponto todas as três principais candidaturas pecam.

ALDO DOS SANTOS
O cavaleiro solitário Aldo dos Santos é novamente candidato em, nome de um projeto. O PSOL, que é contra tudo e todos, vai tentar eleger o primeiro vereador da cidade. Se vai conseguir é uma outra história