Em plantão de mais de 20 horas, Silvia Mônica Prado foi barrada na entrada do hospital onde seu filho foi morto.
Postada em 22/11/2024 às 06:43
Por Canal ABC
Em meio ao plantão exaustivo, a médica intensivista Silvia Mônica Cardenas Prado recebeu uma notícia devastadora: seu filho mais velho estava na portaria do hospital. Uma apreensão tomou conta dela, pois sabia que algo grave havia acontecido.
Ao chegar à portaria do Hospital Municipal Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo, Silvia foi impedida de entrar. A justificativa dada foi a presença de policiais militares no local, que haviam baleado e matado seu filho.
Desesperada, Silvia tentou argumentar, identificando-se como médica e mãe da vítima. No entanto, sua entrada foi negada. Ela ficou do lado de fora, em choque e angústia, enquanto seu filho era levado para o necrotério.
O caso gerou comoção e questionamentos sobre os protocolos de segurança em hospitais e a conduta da Polícia Militar. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que está investigando o ocorrido.